Dados agrupados em classes, histogramas e polígono de frequênciass
Agrupa alturas em classes com a mesma amplitude, constrói uma tabela de frequências absolutas e relativas, desenha um histograma de barras juntas e une os pontos médios das classes num polígono de frequências.
📖 Começa aqui: lê os passos da «Lição» por ordem (1, 2, 3 …) e responde a cada pergunta. Depois continua com «Praticar».
- Portugal: 4.º ano
- França: 7.º ano
- Itália: 4.º ano
- Espanha: 5.º ano
- Alemanha: 9.º ano
- Reino Unido: Year 8
- Rússia: 7.º ano
- Irão: 8.º ano
- Afeganistão: 8.º ano
- Síria: 8.º ano
- Palestina: 9.º ano
Guia
O agrupamento de dados em classes trabalha-se no 3.º ciclo (7.º a 9.º ano) e retoma-se no secundário (10.º ano). Aqui, todas as classes têm a mesma amplitude: por isso, a altura de cada barra é a frequência absoluta.
Quando há muitos valores diferentes, agrupamo-los em classes com a mesma amplitude. Cada classe é fechada à esquerda: o intervalo [145; 150[ contém 145, mas não 150, e assim um valor que está num limite pertence a uma só classe.
A frequência de uma classe é o número de valores que ela contém. A frequência relativa é a frequência absoluta a dividir pelo total; pode escrever-se em dízima, em fração ou em percentagem, e a soma das frequências relativas é sempre 1 (ou 100 %).
Num histograma, as barras tocam-se, porque as classes seguem-se umas às outras, sem buracos, no eixo graduado. Um polígono de frequências une os meios dos topos das barras: o ponto médio da classe representa todos os valores da classe.
Pergunta: «Em que classe fica exatamente 145? Porque é que não pode ficar nas duas?»