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probabilidade experimental e probabilidade teórica

Faz rodar um ponteiro, lança uma tampa de garrafa e lança dados: 10 vezes, 100 vezes, 1 000 vezes. Vê a frequência relativa aproximar-se da probabilidade.

📖 Começa aqui: lê os passos da «Lição» por ordem (1, 2, 3 …) e responde a cada pergunta. Depois continua com «Praticar».

Guia

Este estúdio trabalha a probabilidade e a aleatoriedade, que aparecem sobretudo no 3.º ciclo (acontecimentos aleatórios, frequência relativa, regra de Laplace). A probabilidade teórica vem da forma do objeto: casos favoráveis a dividir pelos casos possíveis, desde que os casos sejam equiprovávels. A probabilidade experimental (a frequência relativa) vem das experiências: número de vezes que aconteceu a dividir pelo número de experiências.

A grande ideia: com 10 experiências, os resultados saltam muito. Com 1 000 experiências, a frequência relativa costuma estar perto da probabilidade teórica, mas quase nunca é exatamente igual. No gráfico, o pequeno traço preto de cada barra marca a probabilidade teórica.

Erros comuns: «saiu muitas vezes coroa, por isso agora tem de sair cara» (a moeda não tem memória); «10 lançamentos chegam para saber se um dado é equilibrado»; «há três cores, por isso cada uma tem probabilidade 13» (quando os setores têm tamanhos diferentes); «a frequência relativa não é exatamente 16, por isso o dado é viciado». Cada missão trabalha um destes erros. A tampa de garrafa representa tudo aquilo cuja probabilidade não se calcula pela forma, só se estima por experiência (o exemplo clássico é um pionés).