probabilidade experimental e probabilidade teórica
Faz rodar um ponteiro, lança uma tampa de garrafa e lança dados: 10 vezes, 100 vezes, 1 000 vezes. Vê a frequência relativa aproximar-se da probabilidade.
📖 Começa aqui: lê os passos da «Lição» por ordem (1, 2, 3 …) e responde a cada pergunta. Depois continua com «Praticar».
- Portugal: 6.º ano
- França: 6.º ano
- Itália: 5.º ano
- Espanha: 6.º ano
- Alemanha: 3.º ano
- Reino Unido: Year 7
- Rússia: 7.º ano
- Ucrânia: 9.º ano
- Irão: 7.º ano
- Afeganistão: 7.º ano
- Síria: 7.º ano
- Palestina: 6.º ano
Guia
Este estúdio trabalha a probabilidade e a aleatoriedade, que aparecem sobretudo no 3.º ciclo (acontecimentos aleatórios, frequência relativa, regra de Laplace). A probabilidade teórica vem da forma do objeto: casos favoráveis a dividir pelos casos possíveis, desde que os casos sejam equiprovávels. A probabilidade experimental (a frequência relativa) vem das experiências: número de vezes que aconteceu a dividir pelo número de experiências.
A grande ideia: com 10 experiências, os resultados saltam muito. Com 1 000 experiências, a frequência relativa costuma estar perto da probabilidade teórica, mas quase nunca é exatamente igual. No gráfico, o pequeno traço preto de cada barra marca a probabilidade teórica.
Erros comuns: «saiu muitas vezes coroa, por isso agora tem de sair cara» (a moeda não tem memória); «10 lançamentos chegam para saber se um dado é equilibrado»; «há três cores, por isso cada uma tem probabilidade 13» (quando os setores têm tamanhos diferentes); «a frequência relativa não é exatamente 16, por isso o dado é viciado». Cada missão trabalha um destes erros. A tampa de garrafa representa tudo aquilo cuja probabilidade não se calcula pela forma, só se estima por experiência (o exemplo clássico é um pionés).