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Empréstimos: amortização constante e prestações constantes

Pede um empréstimo e vê a dívida crescer e diminuir: paga-se em partes iguais da dívida ou em prestações iguais. Compara o que o devedor paga no fim.

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Guia

Os juros compostos estudam-se no ensino secundário (por exemplo, com as progressões geométricas), mas o cálculo das prestações de um empréstimo não faz parte do programa de Matemática A; aparece, quando muito, na educação financeira e em Matemática Aplicada às Ciências Sociais. Este tema é um aprofundamento e usa só cálculos de juros e equações simples. Todos os valores estão em milhares de euros.

Todos os anos a dívida cresce r % (multiplica-se por 1 + r/100) e depois o devedor paga uma prestação. Com amortização constante, a dívida diminui o mesmo valor em cada ano e os juros calculam-se sobre o que falta pagar, por isso as prestações vão diminuindo. Com prestações constantes, todas as prestações são iguais; o valor x da prestação sai da equação que diz que a dívida é zero depois da última prestação.

Os juros pagos no total são tudo o que se pagou menos o empréstimo. Erros frequentes: calcular todos os anos os juros sobre o empréstimo inteiro, chamar «juros» a tudo o que se pagou e esquecer os juros do último ano.