Para ir mais longe: vetores em movimento
Soma os deslocamentos de um robô num só, manda-o de volta ao ponto de partida com o vetor simétrico e vê como a corrente de um rio muda a trajetória de uma nadadora.
📖 Começa aqui: lê os passos da «Lição» por ordem (1, 2, 3 …) e responde a cada pergunta. Depois continua com «Praticar».
- Portugal: 9.º ano
- França: 10.º ano
- Itália: 9.º ano
- Espanha: 10.º ano
- Rússia: 9.º ano
- Ucrânia: 9.º ano
- Irão: 7.º ano
- Síria: 10.º ano
- Palestina: 11.º ano
Guia
Os vetores estudam-se no 10.º ano (Geometria Analítica), depois de se ter visto a translação no 8.º ano. Esta oficina é um complemento de aplicação. Um vetor é um deslocamento: tantas casas para a direita, tantas para cima. Deslocamentos seguidos somam-se (regra do triângulo): a seta que vai do começo ao fim de tudo é o deslocamento total. Um robô que faz u, depois v, depois w, chega ao ponto a que u + v + w o leva.
O caminho de volta é o vetor simétrico: mesmo comprimento, sentido contrário. Se o deslocamento total é (2; 5), a volta é (−2; −5).
Uma nadadora num rio move-se de duas maneiras ao mesmo tempo: pelo nado dela e pela corrente que a arrasta. O sítio aonde ela vai realmente é a soma dos dois vetores. A corrente não faz só com que ela vá mais depressa: empurra-a para o lado. Para chegar mesmo em frente, ela tem de apontar um pouco a montante, de modo que a corrente endireite a trajetória.